O vilão que ninguém imagina.

Dono da preferência mundial, um sorvetinho naqueles dias quentes para salvar a todos do calor é sempre a decisão que parece mais coerente num dia de verão certo? ERRADO. .

O sorvete industrializado, aquele que você compra no supermercado em potes e que sempre aparenta que cada sabor é melhor que o outro, é pura ilusão e só faz mal a sua saúde. Vou explicar direito, o sorvete industrializado é causador de 70% dos infartos no mundo todo, é pura gordura hidrogenada, isso mesmo, e aquele colesterol alto tem tudo a ver com o consumo exagerado de alimentos que afetam diretamente sua saúde.

Uma reportagem feita pelo programa bem estar perguntava aos telespectadores na rua o que eles achavam que era o colesterol, com a falta de informação alguns responderam até que achavam que era sangue grosso ou que se depositava na barriga. A verdade é que essa substância gordurosa reveste as membranas das células e sintetiza matéria-prima de hormônios e sais biliares. É produzida pelo fígado (70%) e pela alimentação (30%), e em demasia pode causar infarto ou acidente vascular cerebral (AVC).

Por isso, é sempre importante ficar atento para os níveis de colesterol no sangue, cujo limite não deve ultrapassar 200 mg/dl, somando-se os tipos HDL, considerado o tipo bom, e LDL, o ruim .

Entre as formas de prevenção do colesterol estão: manter uma alimentação saudável, trocando gordura saturada (carne, frutos do mar, gema de ovo, leite e derivados) por produtos de origem vegetal (azeite de oliva e nozes) e evitando gordura trans (presente em biscoitos, bolos, sorvetes e alimentos industrializados); não fumar; fazer exercícios físicos e perder peso – embora pessoas magras também possam ter taxas elevadas.

Fatores genéticos e hipotireoidismo grave também influenciam no aparecimento do problema, logo na infância ou na adolescência. Eles motivam uma maior produção de colesterol e dificultam a eliminação do LDL. Os pais, portanto, devem ficar atentos e incentivar o consumo de frutas, legumes e verduras.  Além do controle alimentar e de uma atividade física regular, muitas vezes são indicados medicamentos de uso contínuo, como as estatinas. Crianças, porém, só podem receber esse tipo de remédio a partir dos 10 anos. Os pequenos com histórico familiar devem fazer exame de sangue e iniciar um acompanhamento antes dessa idade.

Tanto o colesterol quanto os triglicérides – gorduras mais relacionadas à alimentação, que podem se acumular se não aproveitadas pelo corpo – são importantes fontes de armazenamento de energia. A prevenção está intimamente ligada à dieta e à prática de exercícios.

 

 

 

Fonte: Wikipédia e G1 (guia do bem estar)

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